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O Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação convida a todos para as defesas de mestrado e doutorado conforme dados abaixo:

Defesa de Doutorado

 

Aluno(a): Juliana Rocha Faria Silva
Título:  
Diretrizes para organização de informação musical brasileira

Data: 13/12/2017

Horário: 14h

Local: Sala de reuniões do PPGCINF

 

Composição da Banca:

Presidente: Prof. Dr. Fernando William Cruz

Membro Titular Externo: Prof. Dra. Martha Tupinambá de Ulhôa (UNIRIO)

Membro Titular Externo: Profa. Dra. Marisa Bräsher Basílio Medeiros (UFSC)

Membro Titular (vinculado ao PPGCINF): Profa. Dra. Lillian Maria A. de Rezende Alvares

Membro Suplente: Edilson Ferneda (MGCTI/UCB)

 

Resumo:

A música enquanto expressão de uma cultura nacional de um país absorve os elementos da cultura local que servem de referência ao artista no momento em que concebe a sua arte. Esses elementos esclarecem, principalmente, aspectos da produção intelectual e da maneira como essa produção é compartilhada, ou seja, quais os meios são escolhidos para a divulgação de uma música de caráter nacional. Nesta tese, toma-se a música brasileira como estudo em razão da pesquisadora ser uma intérprete e ouvinte nativa. A imersão em uma cultura traz uma perspectiva mais profunda na compreensão da trama que envolve música e cultura talvez porque o nativo não esteja limitado apenas às experiências estéticas provenientes do fenômeno puramente sonoro, ele vivência ou conhece, com certa proximidade, aspectos extramusicais que explicam a organização dos sons por atores que vivem em determinado local e época, têm influências de pessoas à sua volta e escolhem estilos ou gêneros musicais como referência dessas influências.

                A organização da informação interessa à Ciência da Informação que orienta o uso de modelos conceituais na atualidade. Esses modelos apoiam-se no planejamento de sistemas (que organizam a informação) a partir da perspectiva de uma arquitetura sob a visão ontológica dos objetos informacionais. A música é um desses objetos e têm sido discutida com certa frequência nos últimos anos, no que concerne à organização da sua informação. No entanto, apesar do interesse na informação musical, percebe-se uma tendência em adaptar iniciativas internacionais que foram desenvolvidas a partir do referencial de outras tradições musicais. Historicamente, desde as primeiras discussões em 1951, essas iniciativas são concebidas na perspectiva de uma representação gráfica dos sons musicais, ou seja, por meio dos registros escritos em manuscritos ou partituras impressas. 

                Por essas razões, esta tese, ao propor diretrizes para a organização da informação musical, toma como ponto de partida o entendimento da arquitetura do objeto informacional e entrevista músicos profissionais brasileiros, proeminentes no cenário nacional e internacional, por considerá-los especialistas capazes de mapear o domínio dessa música como produto da cultura brasileira. Cotidianamente, eles desenvolvem suas atividades que envolvem a composição, o arranjo, a interpretação, a produção e a gravação de música brasileira. Adota-se a groundtheory para a análise do domínio da música brasileira porque suas técnicas dão conta da complexidade que envolve o domínio da cultura.

                Os resultados, confrontados com as iniciativas que organização a informação musical sob o viés da modelagem conceitual, apontam que (i) a distinção de pelo menos quatro grandes classificações da música brasileira – artística, folclórica ou regional, popular elaborada e popular comercial – e os diferentes eventos que envolvem a criação intelectual e as distintas formas de divulgação dessa criação; (ii) a compreensão de obra e de expressão, encontrados a partir da música popular e elaborada, em que a obra inclui encontrar a composição original ou a mais próxima dessa original e o arranjo é a única expressão manifestada nas gravações (ambas são dificilmente registradas em partituras que servem apenas de guias); (iii) os gêneros brasileiros, pertencentes em geral à música popular, sejam percebidos a partir da história que envolvem os eventos do registro (a gravação); e (iv) os atores que fazem parte da produção até o registro devem ser conhecidos a partir das suas trajetórias contadas a partir das suas músicas e as relações delas com referência à outras músicas e as influências de outras pessoas que caracterizam o estilo individual de cada artista. Sugere-se que a música brasileira com profundas raízes culturais não esteja tão bem representada do ponto de vista de uma arte superior ou erudita baseada no registro escrito e de outra inferior ou popular de tradição oral e de registro gravado. Palavras-chave: música e cultura brasileiras, organização e representação da informação musical, modelos conceituais

Relatório de Mestrado

 

Aluno(a): CARLOS EDUARDO LACERDA VEIGA

Título: MAPEAMENTO DO ECOSSISTEMA INFORMACIONAL: UM ESTUDO DA ADMIINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL – O CASO DO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO

 

Data: 07/12/2017

Horário: 10h

Local: sala de reuniões do PPGCINF

 

Composição da Banca:

 

Presidente: Renato Tarciso Barbosa de Sousa

Membro Titular Externo ao PPGCInf: Rafael Timóteo de Sousa Junior (FT/UnB)

Membro Titular: Rogério Henrique de Araújo Júnior

Membro Suplente: Eliane Braga de Oliveira 

Defesa de Mestrado

 

 

 

Aluno(a): Karolina Vieira da Silva Bastos
Título:  
Os desafios encontrados no acesso à informação digital por pessoas com deficiência visual

Data: 01/12/2017

Horário: 9h

Local: Sala 120

 

Composição da Banca:

Presidente: Ivette Kafure (orientador)

Membro Titular Externo ao PPGCInf: Candice Aparecida Rodrigues Assunção

Membro Titular: Murilo Bastos da Cunha

Membro Suplente: Eliane Braga de Oliveira

 

Resumo:

Este trabalho apresenta estudo cujo o objetivo geral é identificar os desafios de acesso a informação enfrentados pelas pessoas com deficiência visual na interação com os ambientes informacionais digitais. Contextualiza a pesquisa a partir da deficiência visual, estudos de usuários orientados à pessoa com deficiência visual, Tecnologia Assistiva para pessoas com deficiência visual e acessibilidade digital. Desenvolve como método de pesquisa o levantamento com técnica de entrevista, utilizando como instrumento o roteiro semiestruturado, para coletar dados sobre o público alvo e suas preferências, seus pensamentos e seus comportamentos. Com a análise da pesquisa averiguou-se que a inserção dos recursos digitais trouxe benefícios para a vida da pessoa com deficiência visual. Entretanto, dificuldades também foram identificadas. Espera-se com a pesquisa que haja percepção e adoção do desenvolvimento de interfaces e recursos digitais mais inclusivos e democráticos para que a pessoa com deficiência visual possa ter acesso pleno à informação, a partir da compreensão de suas experiências, necessidades e percepções, permitindo assim aperfeiçoar a sua interação com o ambiente digital.

 

Palavras-chave: Acessibilidade informacional. Deficiência visual. Estudo de usuário. Fatores na interação com a informação. Tecnologia Assistiva.

Defesa de Doutorado

 

 

 

Aluno(a): ALUF ALBA VILAR ELIAS


Título:
ARQUIVO, VERDADE E O PROCESSO DE TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA NO BRASIL: o legado da Comissão Nacional da Verdade para a ampliação da discussão epistemológica arquivística

Data: 30/11/2017

Horário: 14h30

Local: Auditório FCI

 

Composição da Banca:

 

Presidente: Profa. Dra. Georgete Medleg Rodrigues (UnB/PPGCINF)

Membro Titular Externo à Universidade de BrasíliaProfa. Dra. Rosana Corrêa Tomazini (Relações Internacionais Universidade Católica de Brasília-UCB)

Membro Titular Externo ao PPGCINF: Profª. Drº Maria Cecília Pedreira de Almeida (IH/Filosofia/UnB)

Membro Titular Interno: Profa. Dra. Eliane Braga de Oliveira (UnB/PPGCINF)

Membro Suplente: Prof. Dr. Rodrigo Rabello (UnB/FCI)

 

 

Resumo:

A história recente da América Latina foi fortemente marcada pelo período ditatorial na segunda metade do século XX. No Brasil, o golpe de 1964 impôs o início do Regime Militar, que perdurou oficialmente 21 anos, entre o período de 1964 a 1985. Com o fim do Regime Militar, no bojo de experiências similares compartilhadas por outros países, o Brasil dá início tardiamente, como alguns consideram, ao processo de implantação de uma justiça de transição que, em linhas gerais, é o conjunto de ações jurídicas e políticas que marcam a passagem de um regime autoritário/ditatorial para um regime democrático. Em 2004 o Conselho de Segurança da ONU publica um documento onde tece, entre outras, considerações acerca do que seria o processo de justiça de transição. 

Um dos mecanismos adotados no processo de transição democrática é o estabelecimento das Comissões Nacionais da Verdade, sendo a primeira experiência do em Uganda, na África, em 1974. No Brasil, a Comissão Nacional da Verdade foi instalada em maio de 2012 e concluiu seu relatório final em 2014. Nesse contexto, os arquivos, como instrumentos de prova ou indício, estiveram presentes, seja para esconder, seja para revelar. Partindo do pressuposto segundo o qual a informação arquivística reflete e fornece elementos à construção de uma racionalidade estatal, os arquivos, como conjuntos documentais ou como agências do aparelho do Estado, constituem mecanismo de sua legitimação e agências do poder simbólico. O problema da pesquisa   consiste em pensar a questão dos arquivos  “instituição” ou “conjuntos documentais permeada por fatores políticos, regidos por disputas, que podem incidir no ordenamento que as revelam ou omitem pela transparência ou opacidade do Estado e, assim, abordar a relação entre os arquivos e o processo de justiça de transição democrática, tendo como foco as ações empreendidas pela Comissão Nacional da Verdade e os usos dos arquivos, bem como o legado da Comissão aos arquivos públicos brasileiros. O objetivo geral é investigar a relação entre as formas de verdade, os arquivos e o processo de justiça de transição democrática no Brasil, tendo como foco as ações empreendidas pela Comissão Nacional da Verdade e os usos dos arquivos, bem como o legado da Comissão Nacional da Verdade na ampliação da discussão do campo epistemológico arquivístico. A metodologia é qualitativa e exploratória e consistiu, numa primeira etapa, no levantamento e análise bibliográfica e documental, na composição do caminho argumentativo e na construção e delineamento do objeto, bem como, em segunda etapa, na aplicação da Análise do Discurso (AD) de linha francesa para identificação e análise do relatório final da Comissão Nacional da Verdade.

 

 

Palavras-chave: Arquivos. Verdade. Processo de Transição. Comissão Nacional da Verdade.

Defesa de Doutorado

 

 

 

Aluno(a): ALESSANDRA RODRIGUES DA SILVA


Título:
A dimensão discursiva da Organização do Conhecimento na Ciência da Informação brasileira

Data: 28/11/2017

Horário: 14h30

Local: Sala 148 da BCE

 

Composição da Banca:

Presidente: Dulce Maria Baptista – PPGCI/Unb

Membro Titular Externo à Universidade de Brasília: Carlos Alberto Ávila Araújo – PPGCI/UFMG

Membro Titular Externo: Carmem Jená Machado Caetano – PPGL/Unb

Membro Titular (vinculado ao PPGCINF): Cláudio Gottschalg Duque – PPGCI/Unb

Membro Suplente: Renato Tarciso Barbosa de Sousa – PPGCI/Unb

 

 

Resumo:

 

O conhecimento que desde a Antiguidade Clássica é objeto de discussões e teorias diversas e, em meados do século XVII, passa a ser visto como objeto da ciência enquanto referencial de sua busca pela verdade, torna-se, a partir de meados do século XX, fator determinante na constituição socioeconômica da sociedade. Isso se deve, em parte, às mudanças na base material da sociedade – de economia de capital para economia da informação e do conhecimento. São mudanças relacionadas à nova configuração do capitalismo na qual a linguagem torna-se elemento saliente nas práticas sociais contemporâneas (CHOULIARAKI; FAIRCLOUGH, 1999), caracterizadas pela circulação de formas simbólicas. A Organização do Conhecimento (OC) é a área que se ocupa, primordialmente, das representações do conhecimento, sendo abordada em diversos campos do saber, como a Filosofia, Linguística, Computação, Lógica, Biologia, Sociologia, entre outros, mas que possui forte desenvolvimento na Biblioteconomia e na Ciência da Informação (CI). No Brasil, a CI é desenvolvida enquanto área de ensino e pesquisa em nível de pós-graduação stricto sensu – mestrado e doutorado, já que não há uma graduação específica na área. Várias universidades do país oferecem os cursos citados por meio dos programas de pós-graduação, nos quais a OC, dada a centralidade que ocupa na CI, é abordada. Nesse contexto, observa-se o surgimento de estudos com enfoque na OC enquanto área de pesquisa e ensino, e que sendo uma área integrante das ciências sociais, tem se valido de propostas teóricas e metodológicas da Análise do Discurso (AD) para a realização de estudos nacionais e internacionais. A AD possibilita uma visão ampla de ‘texto’ o que converge para melhor compreensão dos registros informacionais e, consequentemente, para o entendimento da informação como um elemento social. Acredita-se que os estudos de cunho linguístico e discursivo na CI podem ser ampliados e aprofundados por meio da utilização de outras abordagens relacionadas à AD, sobretudo aquelas caracterizadas como críticas as quais se apropriam tanto dos aspectos linguísticos quanto daqueles relacionados à análise e crítica social. Uma abordagem de AD que possibilita essa leitura é a Análise de Discurso Crítica (ADC), de linha britânica, abordada, em especial pelo pesquisador, Norman Fairclough. A ADC compreende a linguagem como parte irredutível da vida social e considera que “as práticas discursivas em mudança contribuem para mudar o conhecimento” (FAIRCLOUGH, 2001, p. 27) que, por sua vez, também modifica e é modificado pelas práticas sociais. Considerado esse cenário, temática central dessa pesquisa, explora-se a possibilidade de se compreender aspectos relacionados à dimensão discursiva da OC, isto é, uma análise crítica, orientada por questões linguísticas e sociais, de como as representações em torno da OC têm sido construídas na CI brasileira. Para realização do estudo, em nível empírico, o foco centrou-se nas representações referentes à OC presentes nas áreas de concentração e linhas de pesquisa dos programas de pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI) brasileiros e nos grupos de pesquisa a eles vinculados. Foram selecionados quatro programas de pós-graduação e onze grupos de pesquisa. A fonte de informações consistiu em textos disponíveis nas páginas da internet dos programas e em dados do Diretório dos Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Em nível teórico, se buscou aportes na literatura da CI, em especial trabalhos voltados para a OC e suas diversas frentes de estudo, com destaque para a abordagem de Hjorland. Também se deu ênfase à ADC, sobretudo ao significado representacional da linguagem, que se refere aos discursos. Estes correspondem a diferentes formas de representar aspectos do mundo – processos, relações e estruturas do mundo material; pensamentos, sentimentos e crenças do mundo mental; identidades e relações do mundo social. Por meio da análise do universo textual selecionado emergiram três categorias de análise: vocabulário e significado da palavra, interdiscursividade e representação de atores sociais. Os principais resultados alcançados indicam que a OC está representada por meio de entidades heterogêneas, o que não nos permite identificar um discurso da área de modo absoluto e homogêneo, mas diferentes discursos que emanam do próprio caráter interdisciplinar que lhe subjaz. Além disso, as práticas de mediação circunscritas nos estudos, processos e práticas relacionados à Organização do Conhecimento são compreendidas como relações de controle que a área exerce em relação aos domínios do conhecimento que se propõe a organizar. Nesse sentido, quando mais dialógicas e colaborativas esas práticas venham a ser exercidas, mais flexíveis e inclusivas tendem a ser as relações sociodiscursivas que promovem.

Palavras-chave: Conhecimento. Representação. Discurso. Programas de pós-graduação em Ciência da Informação. Análise de Discurso Crítica.

Qualificação de Doutorado

 

 

Aluno(a): ANDRÉ LUIZ VALENÇA DA CRUZ
Título:  
Análise de crédito e inteligência competitiva: competências requeridas ao analista de crédito bancário como profissional de inteligência

Data: 10/11/2017

Horário: 14h30

Local: Sala de reuniões do PPGCINF

 

Composição da Banca:

Presidente: Rogério Henrique de Araújo Júnior

Membro Titular Externo ao PPGCInf: Ricardo Matos Chaim

Membro Titular Interno ao PPGCInf: Dulce Maria Baptista

Membro Suplente: Renato Tarciso Barbosa de Sousa

 

 

Resumo:

 

Trata do estudo das similaridades entre as competências do analista de inteligência competitiva e do analista de crédito no processo de tomada de decisão em uma instituição financeira bancária, bem como a proposição de um modelo de competências essenciais e emergentes do analista de crédito em um banco. Com base nos trabalhos de diversos autores que tratam da inteligência competitiva foram estudadas as características do analista de inteligência e sua vinculação com o processo decisório em organizações, passando pelo processo de utilização de fontes de informação.  Da análise do trabalho do analista de crédito bancário revelaram-se semelhanças entre as suas atividades e as do profissional de inteligência. Tais achados aliados aos conceitos clássicos de competência, levaram à definição de competências essenciais demandadas ao profissional de inteligência competitiva e ao analista de crédito bancário. A metodologia da pesquisa deu-se com a escolha das abordagens quantitativa e qualitativa e a análise conjunta dos achados, a fim de minimizar as desvantagens específicas de cada etapa da investigação e, ao mesmo tempo, a abordagem de diversos atores do processo de análise de crédito. Assim, serão colhidas as percepções dos próprios analistas, de seus selecionadores e dos tomadores de decisão. A partir da análise conjunta dos achados, será elaborado um perfil de competências desejado ao analista de crédito, baseado nas competências requeridas ao profissional de inteligência.

Palavras-chave: Gestão da informação; Inteligência competitiva, Competências profissionais, Analista de crédito; Processo de análise de crédito.

 

Qualificação de Doutorado

 

 

 

Aluno(a): JULIO FRANCISCO SANTILLÁN ALDANA
Título:  
CIRCUNSTÂNCIAS PARA A PRODUÇÃO E PUBLICAÇÃO DE REVISTAS CIENTÍFICAS INSTITUCIONAIS NA AMÉRICA LATINA

Data: 09/11/2017

Horário: 10h

Local: Sala de reuniões do PPGCINF

 

Composição da Banca:

Presidente: Profa. Suzana Pinheiro Machado Mueller

Membro Titular Externo ao PPGCInf : Profa. Simone da Rocha Weitzel    

Membro Titular: Prof. Murilo Bastos da Cunha

Membro Suplente: Dra. Marília Augusta de Freitas

 

 

Resumo:

 

OBJETIVO. Identificar as circunstâncias que enfrentam as iniciativas de publicação de revistas científicas institucionais, especialmente desenvolvidas pelas bibliotecas e outros órgãos das universidades na América Latina, para atingir seus objetivos.

METODOLOGIA. Se propõe um modelo metodológico descritivo que visa identificar e descrever as características do apoio institucional da universidade ao desenvolvimento da qualidade da revista científica na América Latina. Está baseado no levantamento e coleta de informações mediante formulários, questionários e entrevistas que pressupõem a obtenção de dados a partir dos próprios atores. De forma complementar adota o uso de métodos mistos, ou seja, tanto métodos quantitativos (estatística) quanto métodos qualitativos (interpretação).

RESULTADOS. Os resultados iniciais do pré-teste da pesquisa assinalam que as iniciativas de publicação de revistas científicas institucionais são maioritariamente serviços desenvolvidos pelas bibliotecas universitárias, sendo a modalidade comum destes serviços o portal de periódicos científicos. As revistas científicas vinculadas a estas iniciativas cumprem os critérios de qualidade acima do 50% deles, com especial ênfase nos critérios de qualidade editorial, os quais coincidentemente recebem maior apoio institucional. Os responsáveis das iniciativas consideram como fatores positivos para seu trabalho o apoio institucional recebido e a parceria com organizações externas vinculadas ao desenvolvimento das revistas científicas. Nessa mesma perspectiva, consideram fatores negativos a ausência de uma política institucional de reconhecimento à função de editor científico assim como as formas de avaliação adotadas pelos sistemas de indexação de revistas científicas.

CONCLUSÕES. Baseados nos primeiros dados obtidos, pode se considerar que a atividade desenvolvida pelas iniciativas de publicação de revistas científicas institucionais tem sido bem-sucedida e positivamente favorável para as publicações vinculadas a elas. Contudo existem um conjunto fatores chaves que precisam ser superados para manter e fazer viável no tempo sua finalidade.

 

Palavras-chave:

 

Publicação científica; Comunicação científica; Serviços de editoração; Serviços bibliotecários; Biblioteca universitária; Iniciativas de publicação científica institucional; América Latina

Qualificação de Doutorado

 

 

 

Aluno(a): ALESSANDRA DOS SANTOS ARAUJO


Título: A fotodocumentação como uma área transversal de estudo no contexto do ciclo da informação: o estado do conhecimento sobre o tema da “Fotografia” e termos correlatos no Banco de Teses de Dissertações do Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia – IBICT

 

Data: 14/12/2017

Horário: 15h

 

Composição da Banca:

Presidente: ANDRÉ PORTO ANCONA LOPEZ

Membro Titular Externo ao PPGCInf: TELMA CAMPANHA DA CARVALHO MADIO (Unesp/Marília

Membro Titular: KELLEY CRISTINE GONÇALVES DIAS GASQUE

Membro Suplente:IVETTE KAFURE MUÑOZ (PPGCinf/UnB)

 

Resumo: Objetiva, a partir do levantamento, descrição e análise da produção científica sobre o tema “fotografia”, permeada pela discussão sobre o ciclo da informação gerada nos programas de pós-graduação no Brasil, apontar a emergência de uma nova área de estudo que seja capaz de acolher os sentidos e significados específicos da fotografia como uma das bases do ciclo da informação, denominada fotodocumentação. Como recorte empírico definiu-se a produção intelectual das teses defendidas nos programas de pós-graduação no Brasil em Ciência da Informação, compreendendo os anos de 1980 a 2016 e disponibilizadas na Base de Dados de Teses e Dissertações do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). A produção científica delimitada aborda o ciclo da informação (gênese, organização, recuperação e comunicação da informação). Como aporte teórico, utilizamos a obra de Luciano Floridi, Information: a very short introduction; as discussões sobre o ciclo da informação; e as reflexões sobre o alcance do “estado do conhecimento”. A metodologia envolve um mapeamento e descrição iniciais, trabalho desenvolvido a partir do rastreamento da produção intelectual nos termos propostos e em correspondência à situação-problema e aos objetivos.

Palavras-chaveProdução científica; IBICT; Mapeamento; Fotodocumentação; Ciclo da Informação.

Relatório Intermediário de Mestrado

 

Autor (a): MANUELA CAROLINA BORGES BARBOSA

Título: A LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO BRASIL: uma análise comparativa entre o comportamento de busca informacional dos usuários e os objetivos da LAI

Data: 31/10/2017

Horário: 15h

Local: sala de reuniões PPGCINF

 

Banca Examinadora de Defesa de Relatório Intermediário de Mestrado

 

Presidente: Profa. Dra. Georgete Medleg Rodrigues (UnB/PPGCINF)

Membro Titular Externo à Universidade de Brasília: Dra. Terezinha Elisabeth da Silva (Câmara dos Deputados)

Membro Titular Interno: Prof. Dr. Fernando César Lima Leite (UnB/PPGCINF)

Membro Suplente: Profa. Dra. Eliane Braga de Oliveira (UnB/PPGCINF)

 

Resumo:

A Lei de Acesso à Informação (LAI) no Brasil, promulgada em novembro de 2011, regulamentou o artigo quinto da Constituição Federal de 1988 que já assegurava ao cidadão o direito de receber dos órgãos públicos dados de interesse coletivo ou particular no prazo da lei. Foram oito anos de debate travados pela sociedade civil organizada, parlamentares e Governo Federal até a consolidação do texto que se transformou na Lei 12.528/2011. Entre os princípios norteadores da LAI estão a transparência, a publicidade dos atos públicos, o controle social, a prestação de contas, o interesse público e a participação cidadã. Baseado nesse contexto, o trabalho tem como objetivo geral realizar uma análise comparativa entre os principais propósitos da referida lei e o comportamento de busca informacional dos usuários. A abordagem pretende contrapor duas perspectivas: as finalidades propostas pela lei de acesso e o comportamento de busca do cidadão que faz uso de suas prerrogativas. Revisões da literatura revelam que há carência de estudos no âmbito da Ciência da Informação quanto à compreensão acerca da necessidade de busca do usuário e o alcance da LAI no Brasil. Levantamento preliminar das solicitações direcionadas ao Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União ao sistema da LAI permite enunciar a premissa segundo a qual há, majoritariamente, dois perfis distintos de usuários da lei no Brasil: os que requerem informações públicas visando interesses econômicos e os que parecem não compreender os reais objetivos dos instrumentos de busca. Outra premissa norteadora da pesquisa é a de que os servidores públicos, responsáveis pelo atendimento das demandas da LAI, estejam realizando um trabalho infrutífero, uma vez que o princípio de transparência ativa poderia atender a inúmeras solicitações que não integram as atribuições previstas na lei. A pesquisa utilizar-se- á do método misto de análise de dados quantitativos (estatísticas consolidadas pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União) e qualitativos (entrevistas com servidores públicos e questionários fechados com usuários e outros solicitantes em potencial). O horizonte temporal longitudinal da pesquisa vai se limitar aos cinco primeiros anos de implementação da lei que corresponde a maio de 2012 a maio de 2017.

Palavras-chave: lei de acesso à informação -  transparência pública – usuário – comportamento informacional

 

 

Qualificação de Doutorado

Aluno(a) Tiago Emmanuel Nunes Braga


Título: Proposta de modelo para gestão da informação tecnológica no Programa Brasileiro de Avaliação
do Ciclo de Vida
Data: 28/09/2017
Horário: 14h
Local: sala de reuniões PPGCINF

Composição da Banca:
 Presidente: Elmira Simeão;
 Membro Titular Interno ao PPGCINF: Antônio Miranda;
 Membro Titular Externo ao PPGCINF e à Faculdade de Ciência da Informação: Marília Folegatti;
 Membro Suplente: Cecília Leite. 

 

Resumo: O estudo tem objetivo propor um modelo de gestão da informação tecnológica para o
Programa Brasileiro de Avaliação do Ciclo de Vida. A discussão será fundamentada no método
qualitativo a partir da concepção construtivista. Para isso utilizará a teoria fundamentada e fará uso de
procedimentos como pesquisa documental e entrevista a fim de atingir o objetivo proposto.
Palavras-chave: informação tecnológica, avaliação do ciclo de vida, gestão da informação.