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    • 09, Março - 2026
    • 09:00
    • QUALIFICAÇÃO DE MESTRADO
    • Título
    • Território e ações iconoclastas: cidade/arquivos e a destruição do colonialismo como gestão arquivística
    • Aluno
    • Lucas Santhiago Gonçalves de Oliveira Torres
    • Orientador
    • Ana Lúcia de Abreu Gomes
    • RESUMO
    • QUALIFICAÇÃO DE MESTRADO 
      DISCENTE: Lucas Santhiago Gonçalves de Oliveira Torres 
      TÍTULO: Território e ações iconoclastas: cidade/arquivos e a destruição do colonialismo como gestão arquivística. 
      HORÁRIO E DATA: 09/03/2026, às 09:00 
      COMPOSIÇÃO DA BANCA:   
      Ana Lúcia de Abreu Gomes - Presidente (PPGCINF/UnB) 
      Clovis Carvalho Britto - Membro Titular Interno (PPGCINF/UnB) 
      Elison Antônio Paim  -  Membro Titular Externo (UFSC) 
      Rodrigo Rabello da Silva - Suplente (PPGCINF/UnB) 
      Azânia Mahin Romão Nogueira- Suplente (UFBA) 
      LOCAL DA REALIZAÇÃO DA BANCA:  
      Remoto pelo MS Teams no link.   
      RESUMO:  
      Esta pesquisa tem o intuito de fomentar caminhos outros aos documentos, espaços e processos de produção, organização, representação, socialização e usos da informação e do conhecimento fundamentados em paradigmas que não aqueles universalizantes que hierarquizam e marginalizam narrativas não-hegemônicas. Tais paradigmas universalizantes, é o nosso pressuposto, limitam a capacidade de produção de informação e conhecimento e controlam narrativas que se distinguem dos seus critérios estabelecidos aos espaços institucionalizados. Para esse propósito, será desenvolvida uma abordagem qualitativa (a partir das metodologias de revisão de literatura e análise bibliográfica) que aborde os conceitos de neodocumentalismo, território, anarquivamento e ações iconoclastas com o intuito de compreender os espaços físicos da cidade enquanto documento. As ações iconoclastas contra os respectivos monumentos/documentos coloniais selecionadas foram as de Manuel Baquedano, no Chile; Cristóvão Colombo, em Barranquilla (Colômbia); e o de Sebastian Bélcazar, em Popayán (Colômbia) que representam identidades uniformes e universalizantes, como forma de gestão autodeterminante dos processos de produção, organização, representação, socialização e usos da informação e do conhecimento referentes aos espaços públicos das cidades, indo num sentido que vai além apenas dos espaços institucionais enquanto produtores de informação e de conhecimento e que envolvem a agência de povos tradicionais e da população marginalizada nos processos de gestão de arquivo. 
      PALAVRAS-CHAVE: neodocumentalismo; território; anarquivamento; ações iconoclastas; auto-narração.